sexta-feira, 27 de março de 2009

o medo caminha ao lado da ansiedade

Tenho medo de gente e de solidão
Tenho medo da vida e medo de morrer
Tenho medo de ficar e medo de escapulir
Medo que dá medo do medo que dá
Tenho medo de acender e medo de apagar
Tenho medo de esperar e medo de partir
Tenho medo de correr e medo de cair
Medo que dá medo do medo que dá
O medo é uma linha que separa o mundo
O medo é uma casa aonde ninguém vai
O medo é como um laço que se aperta em nós
O medo é uma força que não me deixa andar
Tenho medo de parar e medo de avançar
Tenho medo de amarrar e medo de quebrar
Tenho medo de exigir e medo de deixar
Medo que dá medo do medo que dá
O medo é uma sombra que o temor não desvia
O medo é uma armadilha que pegou o amor
O medo é uma chave, que apagou a vida
O medo é uma brecha que fez crescer a dor
Medo de olhar no fundo
Medo de dobrar a esquina
Medo de ficar no escuro
De passar em branco, de cruzar a linha
Medo de se achar sozinho
De perder a rédea, a pose e o prumo
Medo de pedir arrego, medo de vagar sem rumo
Medo estampado na cara ou escondido no porão
O medo circulando nas veias
Ou em rota de colisão
O medo é do Deus ou do demo
É ordem ou é confusão
O medo é medonho, o medo domina
O medo é a medida da indecisão
Medo de fechar a cara
Medo de encarar
Medo de calar a boca
Medo de escutar
Medo de passar a perna
Medo de cair
Medo de fazer de conta
Medo de dormir
Medo de se arrepender
Medo de deixar por fazer
Medo de se amargurar pelo que não se fez
Medo de perder a vez
Medo de fugir da raia na hora H
Medo de morrer na praia depois de beber o mar
Medo... que dá medo do medo que dá

[Lenine e Julieta Venegas]

Sim, sempre!

When you're all alone
And you need a light
Someone to guide you
Through the night
Just remember
That I am here
To hold you close and dry your tears
Just when you thought you were falling
You know I'll always be right there
When you're all alone
And you need a friend
Someone to help to the end
When you need someone to catch you when you fall
I'll be there through it all
Oooooohhh
Just when you thought you were losing
But you know I'll always be right there
And I'll be there through the good times and the bad
And we'll be there for each other
You're the best friends I've ever had
Just when you thought you were falling
You know I'll always be right there
Whenever you need me I'll always be right there
I'll always be right there
I'll Always Be Right There
Michelle Branch

Consciente que se fazendo cagada é que se aduba a vida.

quinta-feira, 19 de março de 2009

Blackbirds dia 21/03 no Vagão!!!

A Blackbirds faz show no Vagão Bar em Caxias, neste sábado, dia 21 de março, apresentando músicas dos discos Blackbirds (2002) e Rock Rural (2004) e do EP Big Bang (2007). Também brindará o público com alguns sons do ainda inédito álbum Nada Está Tão Ruim Que Não Possa Ser Piorado, além de alguns covers de bandas adoradas por seus integrantes. A Blackbirds não toca o set list de composições próprias desde outubro do ano passado, quando se apresentou no extinto Revival Rock Bar.Formada em Veranópolis no ano de 1997, a Blackbirds colhe, em seus mais de dez anos de estrada, os frutos da longevidade na sua clássica formação. O público está acostumado e parece não enjoar de ouvir o quarteto Jus, Júlio, Diogo e Cassiano, seja com o repertório próprio ou com o aplaudido Tributo aos Beatles. Neste ano, o álbum produzido ainda em 2007 deve ser lançado por um selo independente de Porto Alegre. Para os fãs, fica a esperança de ouvir na bolachinha o que muitos já conhecem através dos incendiários shows.

Os ingressos, à venda no local, custam R$ 10,00 até a meia noite. Após, R$ 12,00.

Mais informações sobre a Blackbirds(54) 9937 9027 c/Cassiano

quinta-feira, 12 de março de 2009

Sensível demais!

Escutando Make It Wit Chu hoje logo de manhã e dirigindo pela BR vi que na minha vida não falta mais nada... só preservar (muito bem alias) o que já tenho.

to quase virando Emo

quarta-feira, 4 de março de 2009

Todo amor que houver no mundo!

Não sei se isso é coisa de uma mulher apaixonada, mas falar dele e de nosso relacionamento é mais fácil do que comer gelatina. Mas muito mais fácil.
Díficil de chegar perto, arisco, escorregadio...
E cá estamos hoje como marido e mulher, como pai e mãe, como apaixonados que sempre fomos. Construindo devagar e de forma tão madura tudo o que queremos e podemos ter. Já fomos tão longe em tão pouco tempo. Já mostramos um ao outro que juntos não há riscos, e se eles existirem poderão ser corridos, pelo simples motivo de estarmos juntos.

Cassiano, Cassi, Chico, Cafú.
Independemente da forma como tu é chamado por mim ou por todos, te digo meu amor que não há pessoa tão realizada nesse mundo quanto eu.
Tu és meu refúgio, minha segurança, meu calmante.
Em contra partida tu és meu vulcão, meu turbilhão, minha explosão.
Não encontro e não quero encontrar outro lugar que não sejas ao teu lado, de mãos dadas, firmes, como estas sendo até hoje.
De forma clichê mas tão sincera te digo que este é nosso 1° ano de muitos outros que virão. Que eu não vou perder nenhuma oportunidade de ter tu bem véio mas inteirão comigo... uma véia enxuta e gostosona.

Te amo, da forma mais simples e mais forte que se pode. Acredite sempre.

Something in the way she moves
Attracts me like no other lover
Something in the way she woos me
I don't want to leave her now
You know I believe and how
Somewhere in her smile she knows
That I don't need no other lover
Something in her style that shows me
I don't want to leave her now
You know I believe and how
You're asking me will my love grow
I don't know, I don't know
You stick around and it may show
I don't know, I don't know
Something in the way she knows
And all I have to do is think of her
Something in the things she shows me
I don't want to leave her now
You know I believe and how

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Meme II

Já que me sobra uns minutos até Francisco acordar denovo, já to no ritmo dessa história de Meme, e já olhei no blog da Chele e da Cíntia pra colar as mentiras da Grasi, vamos lá:

As regras: 9 coisas a meu respeito, sendo 6 verdades e 3 mentiras. Descobrir as 3 mentiras de quem me passou.

Mentirinhas da loira gostosa:

- Levei uns três meses para conseguir um beijo do meu namorado. (Sim, bemmm tua cara esperar 3 meses)
- Sempre telefono pra todos os meus amigos pelo menos uma vez por semana. (Se isso for verdade, eu não sou tua amiga, ainda mais tendo o teu número de telefone como meu agora)
- Detesto viajar. (Foi tu que pegou carona até alguma cidade q não me recordo em Santa né?, conta outra que tu não gosta)

Bom, agora a coisa é comigo:

- Já fui ruiva.
- Já usei calça jeans número 34 de tãooo magra.
- Adoro trabalhos sérios, burocráticos.
- Tinha pavor de dirigir, medo, medo.
- Matava aula pelo menos uma vez por semana.
- Meu cavalo se chamava Kojac.
- Na minha fase rebelde gostava de pagode.
- Apresentava o show da Xuxa junto com minhas amiguinhas na rua da minha mãe em cima de uma laje.
- Nunca tive coragem de "pegar emprestado" nada nas antigas lojas Brasileiras.

Morre aqui!!!

Meme I

Fiquei um tempo afastada do blog, e quando volto, surge essa coisa de Meme! Sei lá que diabos é isso, mas recebi dois, um da Chele e um da Grasi.
Respondo, antes tarde do que nunca o da Chele, e logo mais, assim que o tempo me permitir o da Grasi.

Let's go!

As regras:

-Linkar quem te indicou; (ok)
-Responder 6 coisas aleatórias sobre você; (ok)
-Indicar mais 6 pessoas para a brincadeira e para o selo;(não, porque todo mundo q eu conheço já recebeu e fez!)
-Comentar nos blogs delas avisando do selo e da brincadeira; (acima o porque não)

Seis coisas sobre mim:


- Já passei máquina número dois nos cabelos aos 17 anos. O que me fez usar chapéu por alguns meses para não apanhar (literalmente) da minha mãe.
- Sou uma das culpadas por minha antiga escola (leia-se La Salle) não fazer mais viagens para os alunos que terminam o ensino fundamental. Os alunos do ensino médio podem.
- Aos 25 anos sou mãe de dois meninos, isso quer dizer matematicamente: aos 40 anos meu filho mais velho estará com 20 e o mais novo com 15.
- Meu presente de 08 anos foi um cavalo, e o de 18 anos um carro.
- Não consigo por nada desse mundo deixar meu guarda roupa organizado, não consigo!!! Consigo arrumar as roupas das crianças, consigo arrumar as do Cassiano, mas as minhas nem pensar.
- Tenho fobia a pombas, posso desmaiar ao ver uma!
- Se eu soubesse que seria tão feliz e tão tão tão realizada com o Chico pai, juro, teria agarrado ele anos antes! (essa sétima é só pra agradar o maridão)

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Background

Porque nos decepcionamos com uma pessoa, com um acontecimento, com uma situação, com a vida?
A decepção é um sentimento tão frustante, talvez seja das sensações que mais me entristece, me deita abaixo, me impede de continuar, me bloqeia.
Será que criamos expectativas altas demais? Ou será que as expectativas eram normais, próprias e adequadas, mas a decepção teimosamente nos bate à porta?
Será um problema de ansiedade, de querermos que tanto se realize, que tanto aconteça?
Será que somos exigentes demais, e exigimos dos outros, coisas que nem nós próprios sabemos fazer?
Será que uns são mais atreitos a decepções que outros?
Será que uns, nem percebem a decepção não lhe dando a importância que outros lhe dão?
Será que as decepções só acontecem aos emotivos? Aos frágeis? Aos corajosos? Aos exagerados? Aos idiotas?
E acordar depois de uma decepção?
Acordar para a Vida, acordar para o Dia, pôr os pés fora da cama, levantar o corpo, calçar qualquer coisa para começar a pisar o chão, a terra, olharmo-nos no espelho, olhar uns olhos decepcionados,….
Reagir…. Como se faz para Re Agir? Reagir é voltar a agir! Para voltar a agir, é preciso ter vontade de agir. E o mundo que nos rodeia, exigente, que não tolera a insatisfação, não tolera tristezas, que como uma criança mimada, quer-nos Lindos, Contentes, Sorrizinhos, Arranjados, Elegantes, Perfeitos, e todos nos pedem, “Vá reage, faz qualquer coisa, tens de melhorar! Lá estás tu com o teu pessimismo!…”. E para culminar, lá dizem a frase: “Não percebo, porque ficas assim, não é caso para isso!”. E nós, envolvidos num manto negro de tristeza, de amargos na boca, de nós no estomâgo, de dedos das mãos frios, de joelhos ligeiramente a quebrar, ficamos perplexos a olhar para aquela gente que nos diz “Que não é nada!”. Não é nada???! Mas não percebem, que para nós É TUDO!Que houve uma derrocada de terras, por cima da nossa boca, que houve uma inundação de líquidos salgados, que nos deixou molhados de suores frios, que o nosso coração saltou, mexeu-se, como se de um sismo se tratasse e nos deixou com taquicárdia, que houve um corte a meio dos nossos pulmões, e os pôs a trabalhar em limites mínimos, que sentimos o sangue a parar nas veias e que fomos invadidos por um vento frio e quente, que levantou todas as areias no ar que nos sufocam e nos cegam? Pois, não vêem isto?Faltam as lágrimas? Ah, as lágrimas, as piegas lágrimas, que comovem os outros….. Mas olhem, os decepcionados não choram por fora, choram por dentro! Choram, choram, choram, até ficar secos, como um solo africano, seco, ressequido, morto….

Deixem-nos enterrar uma decepção, como se de um corpo morto se tratasse, deixem-nos enviuvar, chorar aquilo que nunca acontecerá, que nunca iremos possuir, deixem-nos cair no chão (não nos levantem, por favor!), de pernas e braços abertos deixem-nos gritar, gritar muito para que saiam os espíritos malígnos que nos envenenam, deixem-nos enlouquecer, perder o juízo, falar sozinhos, deixem-nos sair para a rua de roupão e chinelos como uma velha senil, deixem-nos estar sós.

(Foda-se o "novo português, só me lembro que microondas agora se escreve micro-ondas)

Meus filhos irão saber o que é decepção, assim como todos nós, mas dói em saber que um dia eles irão chorar por isso sem saber se ao menos vale a pena.
Minha vida é de uma felicidade só, rodeada por homens que amo, pelas minhas famílias, Campagnollo's, Detofano's, Farina's, fico eternamente agradecida por tudo.

Devo fotos a amigos queridos e tão lembrados no meu dia-dia doméstico, mas prometo não demorar a envia-las e a mandar notícias.
É como dizia Vínicius: "A gente não faz amigos, reconhece-os."

Thank you

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

entre dois meses e cinco anos

A primeira gravidez nos ensina a amar incondicionalmente.

A segunda, a amar multiplicado, e sem limites.