As voltas com um café de amigas que não saiu, com um filho para levar no médico, o outro na avó, o marido sem o controle de casa, eis que uma mensagem pequeninha de uma das gurias do tal café dizendo que estava na casa "de mamãe" com o pé doente, pensei: quem realmente nos protege quando crescemos?
A lógica é simples: Tu estas ainda no conforto do lar dos teus pais, e é protegido por eles, mesmo que incoscientemente. Quando se é pequeno qualquer perigo a vista, qualquer medo que se sinta, é só gritar que eles estarão ali, zelando por ti. Mas e quando se tem uma vida longe deles?
E vou mais longe. E quando se é mulher?
Tu casa, tem filhos (não necessariamente nessa ordem) e quem protege quem nessa nova família?
Tu protege os filhos, claro, em primeiro lugar são eles que mais precisam de ti, para fazer aquilo que os teus pais faziam por ti. Consecutivamente com o instinto materno aflorado, e mais mil sentimentos em jogo, tu acaba por proteger teu marido. Não que precise disso, mas lembrem-se estamos falando do sexo feminino, logo, achamos que podemos proteger a todos.
Por se tornar mãe, e por se tornar esposa, a mulher acaba achando que tem super poderes.
Tá com dor de cabeça? Tu já sabe qual o melhor remédio.
Tá com dor de estomago? aahh aquele cházinho age rapidinho.
Tá com problemas no emprego? teu ombro tá ali.
Não quer ficar sozinho aquela noite, por qualquer motivo? A super mulher tá ali, para deixar tudo o que tem a fazer e simplesmente te fazer companhia.
Viu? Acabamos por ter soluções para tudo e assim, proteger. A qualquer um. Até pai e mãe a gente acaba protegendo. Fazendo o inverso de quando éramos pequenos.
Quando falamos em proteção e em homem e mulher é tudo muito diferente. A sociedade nos impõe isso e nós (a maioria) acatamos. O que acontece quando uma mulher casa? Ela sai da casa dos pais e vai para um outro lugar aonde deverá ou deveria encontrar tudo o que antes tinha na antiga casa, menos claro, roupas limpas, comida pronta, e cama arrumada. Mas o zelo, a proteção, e tudo o que mais se pode ter é ali, na nova vida que ela tem que achar. Não pense que é só correr ou gritar "paiiiiiii" que teus problemas irão acabar. É contigo. E só contigo.
E o homem? Esse sim, é só gritar "paiiiii" ou "mãeeee" que vem mil ao encontro dele. Porque? Porque o homem nasceu para receber proteção, de todos, (leia-se família). O papel de frágil, de desprotegido porque saiu do reduto dos entes queridos é eterno. Eu sei, um tanto machista isso.
Mas aí entra o papel novamente da que protege, da mulher, da mãe, daquela que tá ali, do lado, sempre.
E a nós, quem nos protege?
quinta-feira, 15 de abril de 2010
terça-feira, 16 de fevereiro de 2010
Amanhã!
Há muito que não passava por aqui. E me pergunto se alguem ainda passa. Enfim, vamos aos fatos:
Correria diária de uma quase-pra-sempre-doméstica. Nada de muito para falar, muito menos a dizer. Mas muita coisa sentida. Muita minha gente. Muita.
Tô nervosa. Muito. A explicação é simples. Amanhã começa as aulas do meu filho mais velho.
A U L A S
Aquelas que valem nota, que dão zero, que dão castigo, que dão suspensão, que ensinam, que chateiam, que dão chazinho na sala do SOE, que chamam os pais, que passam, e que também reprovam. Se ele no auge dos seus seis aninhos está tão nervoso quanto eu, jesus. Coitadinho.
Tenho medo do que aguarda ele, mas também temo pelo o que o Carmo aguarda. Uma sala cheinha de anjinhos com sua curiosidade a flor da pele, temendo pelo novo, mas também com a linguinha afiada para vários questionamentos.
Já rezo por essa "santa" profe , e tenho certeza absoluta que um dia ela irá pro céu.
PS: O Francisco tá caminhando!
Correria diária de uma quase-pra-sempre-doméstica. Nada de muito para falar, muito menos a dizer. Mas muita coisa sentida. Muita minha gente. Muita.
Tô nervosa. Muito. A explicação é simples. Amanhã começa as aulas do meu filho mais velho.
A U L A S
Aquelas que valem nota, que dão zero, que dão castigo, que dão suspensão, que ensinam, que chateiam, que dão chazinho na sala do SOE, que chamam os pais, que passam, e que também reprovam. Se ele no auge dos seus seis aninhos está tão nervoso quanto eu, jesus. Coitadinho.
Tenho medo do que aguarda ele, mas também temo pelo o que o Carmo aguarda. Uma sala cheinha de anjinhos com sua curiosidade a flor da pele, temendo pelo novo, mas também com a linguinha afiada para vários questionamentos.
Já rezo por essa "santa" profe , e tenho certeza absoluta que um dia ela irá pro céu.
PS: O Francisco tá caminhando!
sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
Tu es ma Came
Carla Bruni
Tu es ma came,
Mon toxique, ma volupté suprême,
Mon rendez-vous chéri et mon abîme
Tu fleuris au plus doux de mon âme
Tu es ma came
Tu es mon genre de délice, de programme
Je t'aspire, je t'expire et je me pâme
Je t'attends comme on attend la manne
Tu es ma came
J'aime tes yeux, tes cheveux, ton arôme
Viens donc là que j'te goûte que j'te hume
Tu es mon bel amour, mon anagramme
Tu es ma came
Plus mortel que l'héroîne afghane
Plus dangereux que la blanche colombienne
Tu es ma solution, mon doux problème
Tu es ma came
A toi tous mes soupirs, mes poèmes
Pour toi toutes mes prières sous la lune
A toi ma disgrâce et ma fortune
Tu es ma came
Quand tu pars c'est l'enfer et ses flammes
Toute ma vie, toute ma peau te réclament
On dirait que tu coules dans mes veines
Tu es ma came
Je me sens renaître sous ton charme
Je te veux jusqu'à en vendre l'âme
À tes pieds je dépose mes armes
Tu es ma came
Tu es ma came
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
My Self
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
Baila comigo!
sexta-feira, 2 de outubro de 2009
"Se" [...]
Chegou a hora de escrever sua primeira crônica. Enfim me mandou, como segunda opção de opinão (aquela que vale só pra ler sacam?!)...
Álias eu ia escrever por esses dias sobre pessoas seguidoras, ou secundárias, ou seja lá qual "se" é, mas não quero apagar o brilho desse (nem tanto) jovem jornalista, ao qual chamo, e é meu excelentissimo marido.
Você já atualizou o seu blog hoje? Ou estava ocupado colocando fotos no Orkut? Provavelmente você tem Twitter, Facebook, My Space, conta no You Tube e se bobear, até um domínio “ponto com ponto be erre”. Eu devo confessar que tenho acesso a algumas destas “maravilhas” da comunicação pós-moderna.
Seja a trabalho ou por diversão (diversão?) está cada vez mais raro algum habitante deste planeta conviver sem o uso destas ferramentas. E o tempo parece ficar cada vez mais escasso para viver fora do mundo virtual. Não temos mais tempo para coisas insignificantes como tomar um sorvete na praça, passear com o cachorro, jogar botão com o sobrinho, conversar com um velhinho, ou até mesmo para brigar com a esposa. Não temos mais tempo nem para o ócio quando o negócio é teclar.
Não admitimos ficar de pernas pro ar se não conseguimos ver nossos e-mails. Não admitimos trocar o prazer cibernético pelo deleite de conversar com o amigo no boteco da esquina. Preferimos ter mais amigos no Orkut do que na vida real. Eu tenho quase mil amigos no Orkut e posso contar nos dedos os que conhecem o meu filho. Que atire a primeira pedra quem nunca adicionou alguém– como diria o jornalista, apresentador e galã Pedro Bial-, depois de uma espiadinha no Orkut alheio. Duvido. Longas conversas pelo MSN se transformam em “oi, tchau” quando encontramos esse nosso amigo íntimo na rua. O olho no olho fica cada vez mais estranho quando o normal é se esconder atrás de um monitor e de um teclado de computador.
Mas a tendência é ficar cada vez pior. Como dizia um sargentão com seu português precário no tempo em que servi a pátria amada, “nada está tão ruim que não possa ser piorado”. E para piorar veio o Skype - primo pobre do MSN. Chega até a dar saudades, por um breve momento, de quando ainda criança, a grande diversão mais arrojada tecnologicamente falando, eram as conversas no famigerado 138.
Esta ode à nostalgia do tempo em que brincar de carrinho, bolita e botão bastava para fazer uma criança feliz pode não levar a nada. Digo isso com a maior cara de pau de quem, de fato, entrou de cabeça neste mundo ilusório. A simples constatação desta perversa realidade não me redime de fazer parte desta grande farsa. Talvez sirva como uma terapia para que, ao menos, tenha consciência de que uma amizade é muito mais do que mandar um parabéns por scrap e de que o amor não se explica num depoimento. Aliás, se quiserem me adicionar sintam-se a vontade.
Por: Cassiano Farina
Álias eu ia escrever por esses dias sobre pessoas seguidoras, ou secundárias, ou seja lá qual "se" é, mas não quero apagar o brilho desse (nem tanto) jovem jornalista, ao qual chamo, e é meu excelentissimo marido.
Um milhão de amigos
Você já atualizou o seu blog hoje? Ou estava ocupado colocando fotos no Orkut? Provavelmente você tem Twitter, Facebook, My Space, conta no You Tube e se bobear, até um domínio “ponto com ponto be erre”. Eu devo confessar que tenho acesso a algumas destas “maravilhas” da comunicação pós-moderna.
Seja a trabalho ou por diversão (diversão?) está cada vez mais raro algum habitante deste planeta conviver sem o uso destas ferramentas. E o tempo parece ficar cada vez mais escasso para viver fora do mundo virtual. Não temos mais tempo para coisas insignificantes como tomar um sorvete na praça, passear com o cachorro, jogar botão com o sobrinho, conversar com um velhinho, ou até mesmo para brigar com a esposa. Não temos mais tempo nem para o ócio quando o negócio é teclar.
Não admitimos ficar de pernas pro ar se não conseguimos ver nossos e-mails. Não admitimos trocar o prazer cibernético pelo deleite de conversar com o amigo no boteco da esquina. Preferimos ter mais amigos no Orkut do que na vida real. Eu tenho quase mil amigos no Orkut e posso contar nos dedos os que conhecem o meu filho. Que atire a primeira pedra quem nunca adicionou alguém– como diria o jornalista, apresentador e galã Pedro Bial-, depois de uma espiadinha no Orkut alheio. Duvido. Longas conversas pelo MSN se transformam em “oi, tchau” quando encontramos esse nosso amigo íntimo na rua. O olho no olho fica cada vez mais estranho quando o normal é se esconder atrás de um monitor e de um teclado de computador.
Mas a tendência é ficar cada vez pior. Como dizia um sargentão com seu português precário no tempo em que servi a pátria amada, “nada está tão ruim que não possa ser piorado”. E para piorar veio o Skype - primo pobre do MSN. Chega até a dar saudades, por um breve momento, de quando ainda criança, a grande diversão mais arrojada tecnologicamente falando, eram as conversas no famigerado 138.
Esta ode à nostalgia do tempo em que brincar de carrinho, bolita e botão bastava para fazer uma criança feliz pode não levar a nada. Digo isso com a maior cara de pau de quem, de fato, entrou de cabeça neste mundo ilusório. A simples constatação desta perversa realidade não me redime de fazer parte desta grande farsa. Talvez sirva como uma terapia para que, ao menos, tenha consciência de que uma amizade é muito mais do que mandar um parabéns por scrap e de que o amor não se explica num depoimento. Aliás, se quiserem me adicionar sintam-se a vontade.
Por: Cassiano Farina
terça-feira, 29 de setembro de 2009
Então que tal?
Sabe o dia em que tu acorda com vontade de ser gentil com todo o mundo?
É, eu não acordei assim.
Não é de hoje é de muito tempo atrás
Não tenho calma não estou na santa paz
E o que eu queria era desaparecer
Quebrei o telefone desliguei a luz e a TV
Então me julgue como você quiser
Não tenho a mínima culpa
Não sou como você é
E quando eu acordei você já estava lá
Também dormiu no chão, tentando me acordar
Então que tal? ando meio sem sorte
Não tenho sul nem norte
Talvez, quem sabe... tenho parte nessa culpa
Que está por toda parte
Me detonei festa após festa, mas agora deu
Pela manhã quero fumar pra esquecer
Tudo que eu escutei e o que eu não queria dizer [...]
É, eu não acordei assim.
Não é de hoje é de muito tempo atrás
Não tenho calma não estou na santa paz
E o que eu queria era desaparecer
Quebrei o telefone desliguei a luz e a TV
Então me julgue como você quiser
Não tenho a mínima culpa
Não sou como você é
E quando eu acordei você já estava lá
Também dormiu no chão, tentando me acordar
Então que tal? ando meio sem sorte
Não tenho sul nem norte
Talvez, quem sabe... tenho parte nessa culpa
Que está por toda parte
Me detonei festa após festa, mas agora deu
Pela manhã quero fumar pra esquecer
Tudo que eu escutei e o que eu não queria dizer [...]
quarta-feira, 26 de agosto de 2009
Oh!
Sinceramente? Queria ter o poder de mandar todo mundo a puta que te pariu, e ligar o foda-se.
Com o perdão dos palavrões cá citados.
O que se salva ainda e por bem pouco são coisas óbvias.
E por serem óbvias não vou ficar falando.
Eu tô pra explodir. Ah tô.
Com o perdão dos palavrões cá citados.
O que se salva ainda e por bem pouco são coisas óbvias.
E por serem óbvias não vou ficar falando.
Eu tô pra explodir. Ah tô.
terça-feira, 18 de agosto de 2009
Todas as fases dos Blackbirds no Vagão nesta sexta

Nada está tão ruim que não possa ser piorado. Com esta frase gramática e politicamente incorreta, os Blackbirds batizam o 3º disco sem previsão de lançamento. A atmosfera do álbum tem muito a ver com esta premissa. Letras que falam dos novos tempos onde tudo é sintético, tóxico e o mundo parece estar por um triz.
Este clima denso será apresentado no show desta sexta-feira, 21, no Vagão Bar em Caxias do Sul.
O repertório também inclui o EP Big Bang (2006) e os discos Blackbirds (2002) e Rock Rural (2004). Uma das marcas do quarteto é a não conformidade com fórmulas pré-estabelecidas e clichês. Prova disso são as mudanças que a banda passou ao longo da sua trajetória de quase 12 anos de rock. Da psicodelia do primeiro disco, ao peso setentista do Rock Rural, até a pegada pós-punk do EP Big Bang, mais a interpretação de alguns covers de Ramones, Sex Pistols e AC/DC.
Tudo isto estará no show desta sexta.
Os Blackbirds são Jus Blackbird (voz, guitarra e violão), Diogo F. (guitarra e vocal), Júlio Sasquatt (bateria) e Cassiano Farina (contrabaixo e vocal).
Show: BLACKBIRDS
Local: Vagão Bar. Rua Coronel Flores, 789, Caxias do Sul -
Fones (54) 3223-0007 (54) 3223-0007
Abertura com a banda CHARLOTTE ROCK
O bar abre às 23h.Ingressos: R$ 10,00 com nome na lista da comunidade do Vagão no Orkut até a meia-noite. R$ 12,00 sem nome na lista.
- Ps: Ajudem no leite das minhas crianças, todo mundo lá! Rá
terça-feira, 21 de julho de 2009
quinta-feira, 16 de julho de 2009
exaustão
Se meu filho tá doente
eu não gosto de cerveja
eu não gosto de música
eu não gosto de transar
eu não gosto de dinheiro
eu não gosto de trabalho
eu não gosto de comer
eu não gosto de conversa
eu não gosto de vestir
eu não gosto nem de mim.
- eu juro, to cansada -
eu não gosto de cerveja
eu não gosto de música
eu não gosto de transar
eu não gosto de dinheiro
eu não gosto de trabalho
eu não gosto de comer
eu não gosto de conversa
eu não gosto de vestir
eu não gosto nem de mim.
- eu juro, to cansada -
sexta-feira, 10 de julho de 2009
Dia Mundial do Rock - Blackbirds

Blackbirds comemora Dia Mundial do Rock!!!
Hey! comemorando o nosso estimado Dia do Rock, a Blackbirds leva ao palco do Mississippi, depois de um bom tempo, o seu Tributo aos mestres Beatles...músicas de todas as fases, e, quem sabe, algumas surpresas..
É dia 13 de julho, segunda-feira, isso mesmo, festa na segunda, e que se f... tudo!!!!!
Todos convidados!!!
Hey! comemorando o nosso estimado Dia do Rock, a Blackbirds leva ao palco do Mississippi, depois de um bom tempo, o seu Tributo aos mestres Beatles...músicas de todas as fases, e, quem sabe, algumas surpresas..
É dia 13 de julho, segunda-feira, isso mesmo, festa na segunda, e que se f... tudo!!!!!
Todos convidados!!!
quarta-feira, 8 de julho de 2009
Demodê!!!
Eu apareci por esses lados para escrever sobre alguma coisa da qual eu não tenha falado ainda AQUI!
Poderia falar sobre o dia dos namorados que já ta chegando passou, mas como me incluo na lista do dia dos casados (esquecendo aquela tese dos eternamente namorados) concluo assim, que não é um bom assunto.
Falaria também sobre a dificuldade em se criar um dentista. Sim, porque já decidi a profissão do meu filho mais novo. Nada de músico, médico ou administrador. Ele vai ser é dentista. Explico: Vocês sabem o absurdo que é pagar um dentista? Uma limpezinha na boca custa uma fortuna, e pra arrancar o bendito ciso que pra nada serve, então? Assim tendo um dentista na família, tenho um custo a menos na minha velhice.
Retomando, não pensem que o difícil é comprar fraldas, leite, roupas, ou dar uma educação decente. O difícil é fazer uma criança dormir.
Eles têm sono, muito sono álias, e não dormem. Tu balança, canta, balança, conversa, balança, conta história, balança, liga o radinho pra ele, balança, chacoalha, pula, e NADA.
Comentaria sobre a distancia das pessoas, as amizades que se vão, as que vêem. Ou o avião que caiu, ou o frio que chegou, ou a possibilidade de virar loira novamente, ou os dentes do Murilo que começaram a cair e a fada do dente AQUI tem que desembolsar quantidades generosas a uma criaturinha que ama a idéia de ficar banguela, mas com os bolsos cheios. Ou os dentes do Francisco que nasceram, e ficam aquela coisinha branquinha na gengiva quando ele da suas gargalhadas.
Também dá pra falar sobre o novo trabalho do Cafu.Teve o noivado do meu cOnhado, tem a nossa cachorra que teve filhotes, mas não sabemos nem quantos e nem aonde estão, teve também o dia de Sto Antônio, teve o show do Oasis.
Enfim assuntos não faltam. Mas o caso é que apareci só pra dizer oi (e só pra quem merece) af!
Poderia falar sobre o dia dos namorados que já ta chegando passou, mas como me incluo na lista do dia dos casados (esquecendo aquela tese dos eternamente namorados) concluo assim, que não é um bom assunto.
Falaria também sobre a dificuldade em se criar um dentista. Sim, porque já decidi a profissão do meu filho mais novo. Nada de músico, médico ou administrador. Ele vai ser é dentista. Explico: Vocês sabem o absurdo que é pagar um dentista? Uma limpezinha na boca custa uma fortuna, e pra arrancar o bendito ciso que pra nada serve, então? Assim tendo um dentista na família, tenho um custo a menos na minha velhice.
Retomando, não pensem que o difícil é comprar fraldas, leite, roupas, ou dar uma educação decente. O difícil é fazer uma criança dormir.
Eles têm sono, muito sono álias, e não dormem. Tu balança, canta, balança, conversa, balança, conta história, balança, liga o radinho pra ele, balança, chacoalha, pula, e NADA.
Comentaria sobre a distancia das pessoas, as amizades que se vão, as que vêem. Ou o avião que caiu, ou o frio que chegou, ou a possibilidade de virar loira novamente, ou os dentes do Murilo que começaram a cair e a fada do dente AQUI tem que desembolsar quantidades generosas a uma criaturinha que ama a idéia de ficar banguela, mas com os bolsos cheios. Ou os dentes do Francisco que nasceram, e ficam aquela coisinha branquinha na gengiva quando ele da suas gargalhadas.
Também dá pra falar sobre o novo trabalho do Cafu.Teve o noivado do meu cOnhado, tem a nossa cachorra que teve filhotes, mas não sabemos nem quantos e nem aonde estão, teve também o dia de Sto Antônio, teve o show do Oasis.
Enfim assuntos não faltam. Mas o caso é que apareci só pra dizer oi (e só pra quem merece) af!
quarta-feira, 8 de abril de 2009
Blackbirds toca Beatles em Caxias e apresenta seu "Baile do Rock" em Bento

Blackbirds... shows desta semana!!! Imperdível!
Semana Pascoal! Extra! Extra!!
Nesta Quinta-feira, 09 de abril, Show relâmpago no Mississippi/Caxias - Tributo aos Beatles com váaaaaaaaaaarias novidades, além da ilustre presença de Cheddar no piano.
E na sexta-feira, 10 de abril, no Ferrovia Cult/Bento Gonçalves, sem heresias, a Blackbirds apresenta o seu infame "Baile do Rock do Coelhinho Peludo"... novidades e chalaças!
Sem mais no momento! Aguardamos todos!!!! Valeu!!!
sexta-feira, 27 de março de 2009
o medo caminha ao lado da ansiedade
Tenho medo de gente e de solidão
Tenho medo da vida e medo de morrer
Tenho medo de ficar e medo de escapulir
Medo que dá medo do medo que dá
Tenho medo de acender e medo de apagar
Tenho medo de esperar e medo de partir
Tenho medo de correr e medo de cair
Medo que dá medo do medo que dá
O medo é uma linha que separa o mundo
O medo é uma casa aonde ninguém vai
O medo é como um laço que se aperta em nós
O medo é uma força que não me deixa andar
Tenho medo de parar e medo de avançar
Tenho medo de amarrar e medo de quebrar
Tenho medo de exigir e medo de deixar
Medo que dá medo do medo que dá
O medo é uma sombra que o temor não desvia
O medo é uma armadilha que pegou o amor
O medo é uma chave, que apagou a vida
O medo é uma brecha que fez crescer a dor
Medo de olhar no fundo
Medo de dobrar a esquina
Medo de ficar no escuro
De passar em branco, de cruzar a linha
Medo de se achar sozinho
De perder a rédea, a pose e o prumo
Medo de pedir arrego, medo de vagar sem rumo
Medo estampado na cara ou escondido no porão
O medo circulando nas veias
Ou em rota de colisão
O medo é do Deus ou do demo
É ordem ou é confusão
O medo é medonho, o medo domina
O medo é a medida da indecisão
Medo de fechar a cara
Medo de encarar
Medo de calar a boca
Medo de escutar
Medo de passar a perna
Medo de cair
Medo de fazer de conta
Medo de dormir
Medo de se arrepender
Medo de deixar por fazer
Medo de se amargurar pelo que não se fez
Medo de perder a vez
Medo de fugir da raia na hora H
Medo de morrer na praia depois de beber o mar
Medo... que dá medo do medo que dá
[Lenine e Julieta Venegas]
Tenho medo da vida e medo de morrer
Tenho medo de ficar e medo de escapulir
Medo que dá medo do medo que dá
Tenho medo de acender e medo de apagar
Tenho medo de esperar e medo de partir
Tenho medo de correr e medo de cair
Medo que dá medo do medo que dá
O medo é uma linha que separa o mundo
O medo é uma casa aonde ninguém vai
O medo é como um laço que se aperta em nós
O medo é uma força que não me deixa andar
Tenho medo de parar e medo de avançar
Tenho medo de amarrar e medo de quebrar
Tenho medo de exigir e medo de deixar
Medo que dá medo do medo que dá
O medo é uma sombra que o temor não desvia
O medo é uma armadilha que pegou o amor
O medo é uma chave, que apagou a vida
O medo é uma brecha que fez crescer a dor
Medo de olhar no fundo
Medo de dobrar a esquina
Medo de ficar no escuro
De passar em branco, de cruzar a linha
Medo de se achar sozinho
De perder a rédea, a pose e o prumo
Medo de pedir arrego, medo de vagar sem rumo
Medo estampado na cara ou escondido no porão
O medo circulando nas veias
Ou em rota de colisão
O medo é do Deus ou do demo
É ordem ou é confusão
O medo é medonho, o medo domina
O medo é a medida da indecisão
Medo de fechar a cara
Medo de encarar
Medo de calar a boca
Medo de escutar
Medo de passar a perna
Medo de cair
Medo de fazer de conta
Medo de dormir
Medo de se arrepender
Medo de deixar por fazer
Medo de se amargurar pelo que não se fez
Medo de perder a vez
Medo de fugir da raia na hora H
Medo de morrer na praia depois de beber o mar
Medo... que dá medo do medo que dá
[Lenine e Julieta Venegas]
Sim, sempre!
When you're all aloneAnd you need a lightSomeone to guide youThrough the nightJust rememberThat I am hereTo hold you close and dry your tearsJust when you thought you were fallingYou know I'll always be right thereWhen you're all aloneAnd you need a friendSomeone to help to the endWhen you need someone to catch you when you fallI'll be there through it allOooooohhhJust when you thought you were losingBut you know I'll always be right thereAnd I'll be there through the good times and the badAnd we'll be there for each otherYou're the best friends I've ever hadJust when you thought you were fallingYou know I'll always be right thereWhenever you need me I'll always be right thereI'll always be right there
Michelle Branch
Consciente que se fazendo cagada é que se aduba a vida.
quinta-feira, 19 de março de 2009
Blackbirds dia 21/03 no Vagão!!!
A Blackbirds faz show no Vagão Bar em Caxias, neste sábado, dia 21 de março, apresentando músicas dos discos Blackbirds (2002) e Rock Rural (2004) e do EP Big Bang (2007). Também brindará o público com alguns sons do ainda inédito álbum Nada Está Tão Ruim Que Não Possa Ser Piorado, além de alguns covers de bandas adoradas por seus integrantes. A Blackbirds não toca o set list de composições próprias desde outubro do ano passado, quando se apresentou no extinto Revival Rock Bar.Formada em Veranópolis no ano de 1997, a Blackbirds colhe, em seus mais de dez anos de estrada, os frutos da longevidade na sua clássica formação. O público está acostumado e parece não enjoar de ouvir o quarteto Jus, Júlio, Diogo e Cassiano, seja com o repertório próprio ou com o aplaudido Tributo aos Beatles. Neste ano, o álbum produzido ainda em 2007 deve ser lançado por um selo independente de Porto Alegre. Para os fãs, fica a esperança de ouvir na bolachinha o que muitos já conhecem através dos incendiários shows.Os ingressos, à venda no local, custam R$ 10,00 até a meia noite. Após, R$ 12,00.
Mais informações sobre a Blackbirds(54) 9937 9027 c/Cassiano
quinta-feira, 12 de março de 2009
Sensível demais!
Escutando Make It Wit Chu hoje logo de manhã e dirigindo pela BR vi que na minha vida não falta mais nada... só preservar (muito bem alias) o que já tenho.

to quase virando Emo
quarta-feira, 4 de março de 2009
Todo amor que houver no mundo!
Não sei se isso é coisa de uma mulher apaixonada, mas falar dele e de nosso relacionamento é mais fácil do que comer gelatina. Mas muito mais fácil.
Díficil de chegar perto, arisco, escorregadio...
E cá estamos hoje como marido e mulher, como pai e mãe, como apaixonados que sempre fomos. Construindo devagar e de forma tão madura tudo o que queremos e podemos ter. Já fomos tão longe em tão pouco tempo. Já mostramos um ao outro que juntos não há riscos, e se eles existirem poderão ser corridos, pelo simples motivo de estarmos juntos.
Cassiano, Cassi, Chico, Cafú.
Independemente da forma como tu é chamado por mim ou por todos, te digo meu amor que não há pessoa tão realizada nesse mundo quanto eu.
Tu és meu refúgio, minha segurança, meu calmante.
Em contra partida tu és meu vulcão, meu turbilhão, minha explosão.
Não encontro e não quero encontrar outro lugar que não sejas ao teu lado, de mãos dadas, firmes, como estas sendo até hoje.
De forma clichê mas tão sincera te digo que este é nosso 1° ano de muitos outros que virão. Que eu não vou perder nenhuma oportunidade de ter tu bem véio mas inteirão comigo... uma véia enxuta e gostosona.
Te amo, da forma mais simples e mais forte que se pode. Acredite sempre.
Díficil de chegar perto, arisco, escorregadio...
E cá estamos hoje como marido e mulher, como pai e mãe, como apaixonados que sempre fomos. Construindo devagar e de forma tão madura tudo o que queremos e podemos ter. Já fomos tão longe em tão pouco tempo. Já mostramos um ao outro que juntos não há riscos, e se eles existirem poderão ser corridos, pelo simples motivo de estarmos juntos.
Cassiano, Cassi, Chico, Cafú.
Independemente da forma como tu é chamado por mim ou por todos, te digo meu amor que não há pessoa tão realizada nesse mundo quanto eu.
Tu és meu refúgio, minha segurança, meu calmante.
Em contra partida tu és meu vulcão, meu turbilhão, minha explosão.
Não encontro e não quero encontrar outro lugar que não sejas ao teu lado, de mãos dadas, firmes, como estas sendo até hoje.
De forma clichê mas tão sincera te digo que este é nosso 1° ano de muitos outros que virão. Que eu não vou perder nenhuma oportunidade de ter tu bem véio mas inteirão comigo... uma véia enxuta e gostosona.
Te amo, da forma mais simples e mais forte que se pode. Acredite sempre.
Something in the way she movesAttracts me like no other loverSomething in the way she woos meI don't want to leave her nowYou know I believe and howSomewhere in her smile she knowsThat I don't need no other loverSomething in her style that shows meI don't want to leave her nowYou know I believe and howYou're asking me will my love growI don't know, I don't knowYou stick around and it may showI don't know, I don't knowSomething in the way she knowsAnd all I have to do is think of herSomething in the things she shows meI don't want to leave her nowYou know I believe and how
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